A POTENCIAL Pesquisa divulga seu mais recente estudo sobre o segmento imobiliário realizado junto à população da capital baiana, que identifica a intenção de compra para os próximos cinco anos. A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 24 de maio com 402 entrevistadas, todos maiores de 18 anos, de ambos os sexos, diferentes classes sociais, com alguma renda mensal. A amostra foi distribuída proporcionalmente entre 17 e 18 regiões (administrativas) de Salvador.

Além disso, a empresa apresenta alguns resultados do projeto “Minha Casa é a Minha Cara”, realizado em parceria com a ADEMI-BA. Trata-se de um questionário hospedado no hotsite do Salão de Negócios Imobiliários da Bahia respondido espontaneamente pelos internautas que permite identificar o modelo do empreendimento que estes estão em busca.

De acordo com o estudo, desenvolvido pela empresa, aproximadamente 25% das famílias soteropolitanas possuem planos de nos próximos cinco anos adquirir algum imóvel, seja para mudar de residência, veraneio ou investimento. Destes, quase 50% têm intenção de fazer esta compra nos próximos dois anos, o que significa pouco mais de 10% das famílias soteropolitanas. “Estes números permitem projetar uma demanda potencial teórica entre 30 e 40 mil famílias por ano”, completou José Carlos Martins, sócio da Potencial Pesquisa.

Já o projeto “Minha Casa é a Minha Cara” identificou que mais de 75% das pessoas que responderam as perguntas buscam por apartamento, enquanto cerca de 22% procuram por uma casa. Aqueles que buscam por um apartamento priorizam alguns itens de infraestrutura como salão de festas (70,7%); piscina para adulto (63,8%); playground (60,3%); academia (55,2%); parque infantil (50,0%); churrasqueira (43,1%); piscina infantil (41,4%); os demais itens citados foram: quadra de esportes (38,0%); espaço gourmet (29,3%); quiosque (29,3%); salão de jogos (29,3%); sauna (12,1%); deck molhado (8,6%); home cinema (6,9%) e SPA com hidromassagem (6,9%). Identificou-se também que a maior procura é por imóvel de dois quartos (48%), seguido por três quartos (36,0%).

Comparando informações de maio de 2011 com a pesquisa realizada em novembro de 2010, também realizada pela POTENCIAL, houve um aumento de cinco pontos percentuais de famílias que pretendem comprar imóvel nos próximos cinco anos. Este crescimento se deu, principalmente, pelas mudanças implementadas pelo Governo Federal no programa Minha Casa, Minha Vida. Metade das famílias que mostram intenção de compra pertencem à classe C.

A pesquisa mostrou ainda os principais lugares onde as famílias soteropolitanas pretendem comprar imóvel: 20% têm planos de adquirir fora da cidade, sendo mais da metade em Lauro de Freitas. Em Salvador, os bairros mais desejados foram: Paralela/Imbuí (16,7%), Pituba (13,6%), Brotas/Vila Laura (12,6%), Itapuã (7,8%), Cabula (6,9%), Costa Azul (6,9%), Uruguai (6,9%), Pau da Lima (5,9%) e Liberdade (3,9%). Os resultados expressos acima convergem com os resultados do projeto “Minha Casa é a Minha Cara”. Quase 82% dos internautas que responderam às perguntas no hotsite do Salão buscam por um imóvel da cidade de Salvador e os bairros mais procurados são: Costa Azul (28,6%); Pituba (25,4%), Brotas (20,6%); Paralela (17,5%), Cabula (14,3%), Imbuí (12,7%), Itaigara (9,5%), entre outros. Observam-se bairros avaliados com um alto vetor de crescimento na região da Paralela e Imbuí.

No estudo, também é possível conferir os bairros desejados de acordo com a quantidade de quartos. A pesquisa continuará no hotsite do Salão de Negócios Imobiliários da Bahia gerando informações. Mais detalhes sobre este e outros estudos realizados pela POTENCIAL Pesquisa estão disponíveis no site www.salaoimobiliariodabahia.com.br.

Fonte: Stand de Vendas
Dois engenheiros britânicos inventaram uma tenda que, ao ser regada com água, se transforma em um abrigo de concreto. A invenção de Peter Brewin e Will Crawford ganhou diversos prêmios e já está sendo usada em países em desenvolvimento, como na Etiópia.

A tenda produzida pelos engenheiros é inflável. Do lado de dentro, há um revestimento de plástico, e por fora ela é feita com o tecido especial, que contém concreto. Uma vez inflada, a tenda é presa ao chão com pregos de metal. Em seguida, ela é regada com água, que não precisa necessariamente ser potável ou doce.

Em 24 horas, o tecido de concreto endurece e a tenda está pronta para ser usada. Os engenheiros estimam que com uma hora de trabalho duas pessoas conseguem erguer uma tenda que ocupa 54 metros quadrados.

Com em prédios normais, a tenda pode ser perfurada e receber fiação, tomadas e luzes no teto. Eles dizem que as tendas são alternativas viáveis para campos de refugiados, já que os abrigos podem durar décadas, são a prova de fogo, podem ser fechados com portas e não atingem grandes temperaturas sob o sol.

Custo
Atualmente o maior problema da invenção é o seu alto custo. Cada tenda custa US$ 16 mil (mais de R$ 25 mil).

Brewin admite que o preço é alto, sobretudo para entidades que trabalham em países pobres e possuem recursos limitados. O engenheiro diz que o problema do custo pode ser resolvido se houver maior demanda no futuro.

"Se nós estivéssemos produzindo em escala, nós poderíamos cortar substancialmente uma parte do custo. Mas para atrair esse tipo de pedidos, nós teríamos que já ter um preço mais barato agora", diz Brewin.

"Se você a compara com uma tenda comum, ela é mais cara e mais pesada. Se você a compara a um prédio permanente, ela é mais leve e mais rápida [de ser construída]."

A novidade já foi testada na Etiópia, para auxiliar em projetos de agricultura. Os engenheiros estão atualmente trabalhando com entidades no Japão, para ajudar no processo de reconstrução das áreas atingidas pelo tsunami em março deste ano.


Fonte: http://www.g1.globo.com/
A filha de dez anos de Divanete Dias Cebalio, 31, busca imitar a realidade: ao desenhar a mãe, não se esquece da colher de pedreiro. Ferramentas, como a desenhada pela filha da servente Divanete, tornam-se, cada vez mais, instrumentos de trabalho de mulheres sul-mato-grossenses, que transformam em vaga lembrança a ideia de que a construção civil é um reduto masculino. De dezembro de 2006 a mesmo mês de 2010, o número de mulheres na construção civil do Estado passou de 829 para 2.228 – disparada de 168% em apenas cinco anos.

Os números da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), organizados pelo economista Áureo Torres, mostram redução na quantidade de trabalhadores na construção civil em 2006 e, nos anos seguintes, crescimentos ininterruptos. A melhoria do mercado atraiu homens e mulheres. Em 2006, havia 13.797 homens no segmento; em 2010, eles já eram 25.479. O aumento, de 86%, é expressivo, mas muito inferior ao avanço relativo da quantidade de mulheres nos canteiros de obras.

No período, a participação das mulheres na construção civil do Estado subiu de 5,7% para 8% e dos homens, caiu de 94,3% para 92%. A distância ainda é grande, mas cada ponto percentual, acrescido por elas e perdido por eles, indica mudança radical em uma área, cuja presença feminina era, há alguns anos, impensável.

Nem mesmo as trabalhadoras, já habituadas em seus trajes de construtoras, cogitavam, há alguns anos, a possibilidade de produzir casas. "Nunca imaginei", admite Divanete, que não esconde a realização profissional: "Adoro o meu trabalho".

A servente já completou um ano na construção civil e quer seguir por muito mais tempo no setor. "Quero me aperfeiçoar, aprender a parte elétrica", afirma. A construção civil está tão presente na vida de Divanete que sua filha não consegue dissociar a mãe da trabalhadora. "Minha filha só me desenha com capacete e colher de pedreiro", conta, sorrindo.

Com 39 colegas

Divanete é colega de outras 39 mulheres, que constroem 860 casas populares pré-moldadas no bairro Caiobá II, periferia de Campo Grande. A modalidade da construção (veja matéria nesta página) possibilita que as paredes sejam feitas na horizontal, em forma de painéis.

O êxito da tarefa de levantar organizar os painéis depende, em boa medida, da pedreira Maria Aparecida da Silva, 31 anos. Sob sua chefia, há uma equipe quatro homens. Maria estendeu a responsabilidade e a firmeza, necessárias na função, para sua vida pessoal e social. "Antes eu era muito quieta. Agora, tenho mais atitude, mudei o jeito de conduzir as coisas", afirma.

Mulheres sempre

A dedicação e a eficiência de mulheres como Maria e Divanete aumentam a certeza dos encarregados pela obra. "Elas são muito mais cuidadosas, fazem acabamento bem melhor. Além disso, são mais delicadas", avalia a psicóloga Evelyn Quadros do Carmo, coordenadora de Recursos Humanos da CGR Engenharia, empreiteira responsável pela obra.

A delicadeza, mencionada por Evelyn, sucumbe a aparente rudeza da construção civil. Após horas carregando carrinhos com tijolos, fazendo armação com ferros, rebocando paredes, elas tiram todo o pó e se arrumam antes da volta para casa. "Depois do trabalho, elas vão para o vestiário, tomam banho, trocam de roupas, passam batom, ficam bonitas; afinal, são mulheres", conta Evelyn.


Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/
Ao adquirir um apartamento, nem sempre o condômino deve achar que as garantias do imóvel dadas pela construtora ou fornecedores devem ser as únicas preocupações que se deve ter na conservação interna e externa do empreendimento. Muitas ações devem ser praticadas pelo dono, até mesmo para que essas garantias tenham validade quando necessárias sua aplicação.



Pisos e revestimentos cerâmicos, azulejos, porcelanato, mármores e granitos não devem ser escovados com vassoura piaçava e similar, ou usados produtos químicos que contenham ácido, como água sanitária. Essa prática provoca danos que causam problemas estéticos (retirar o brilho) do material e infiltrações. Ao contrário do que se fala, não é necessário o aperto demasiado das torneiras, pois danifica sua vedação e causa vazamentos. Jogar no vaso objetos estranhos, principalmente os que não são biodegradáveis, como papéis higiênicos e absorventes origina danos à tubulação.



Como itens de segurança, os registros e disjuntores devem ser usados sempre que necessários. Se sair em viagem ou levar algum tempo fora do imóvel é recomendado fechar e desligá-los, respectivamente. Caso não possua conhecimento, não tente resolver pessoalmente problemas referentes à parte hidráulica ou elétrica do imóvel. Tubo de água perfurado? Feche imediatamente o registro até a chegada de um profissional capacitado para solucionar o problema. Essa postura se aplica também aos disjuntores, que podem desligar automaticamente, mas não ocorrendo, dever ser feito manualmente.



Para portas e janelas de sua unidade realize a cada seis meses uma revisão e lubrificação dos rodízios, dobradiças e fechaduras. Procure adotar medidas de proteção nas janelas, sempre de acordo com a convenção de condomínio. Para uma bem sucedida instalação de armários, é imprescindível verificar locais que passam tubulação de água e energia. O ideal é solicitar a administração a planta do prédio. Caso não seja possível, o profissional deve ter o máximo de cuidado.

A fachada e as paredes internas e externas devem ser repintadas, pelo menos, a cada três anos, quando também devem receber tratamento de reparação de eventuais fissuras. Esse tempo também se aplica na revisão do rejuntamento das pastilhas de fachada o que evita a desvalorização do seu imóvel e do prédio como um todo, impedindo desgaste acelerado dos produtos.

Os pára-raios e equipamentos de alarme e segurança devem receber uma manutenção periódica indicada pelo fabricante. Nos elevadores, evite brincadeiras, pulos ou movimentos bruscos. Respeite e exija que respeitem a capacidade máxima de transporte. Um aviso importante é para aqueles que nunca tiveram a necessidade de usar um extintor de incêndio e acham que todos são iguais e de mesma utilidade. Porém há diferenças. Existem os que são carregados com água, dióxido de carbono, espuma ou pó, e até com agentes especiais. No rótulo é possível visualizar a informação referente à recarga do extintor e onde não devem ou aonde é proibido o seu uso.

Ficam aqui as principais dicas de manutenção para as áreas internas e externas do seu apartamento.

*Fotos meramente ilustrativas
O karateca Daniel Bittencourt, atleta patrocinado pela Santa Emília Empreendimentos, ganhou medalha de ouro no Campeonato Baiano de Kumitê realizado em Ubatã, interior da Bahia. Veja foto abaixo:


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